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03, 10 e 24 MAI / FESTIVAL ENTRE MARES |  MAR À TONA - MARATONA DE CINEMA DO MEDITERRÂNEO  

Data e hora: 03, 10 e 24 Maio, 21h30
Local: Auditório do Museu de Portimão
Classificação etária: M/12
Preço: Entrada gratuita mediante levantamento prévio de bilhete no TEMPO e no Museu

Nesta maratona de cinema, o público poderá conhecer um pouco do cinema do mediterrâneo, fortemente marcado pela presença do mar, através de um documentário e dois filmes de ficção, onde este elemento toma claramente um lugar de destaque.

03 Maio
BALAOU, de Gonçalo Tocha (Documentário, Portugal, 2007, 77 min)
‘Faz agora sete meses que a Blé, minha mãe, morreu. Estou em frente do mar de S. Miguel-Açores, a terra da família distante. Encontro a tia-avó Maria do Rosário, 91 anos, à procura do seu momento para partir. Fala-me de Deus e morte. À sua volta, os bebés nascem. Durante o dia nadamos no mar da ilha, negro, vulcânico. É aqui que encontro a Florence e o Beru, um casal francês que todos os anos cruza o Atlântico no Balaou, um barco à vela. Convidam-me a continuar a viagem com eles. Mando fora o bilhete de avião e faço-me ao mar alto. Dividido em três momentos e oito lições, “Balaou” é uma viagem para aceitar o esquecimento das coisas.’

10 Maio
NOVO CINEMA PARAÍSO, de Giuseppe Tornatore (Drama, Itália/França. 1988, 120 min)
Roma, 1980. O cineasta Salvatore Di Vitta (Jacques Perrin) recebe um telefonema da mãe que lhe comunica a morte do seu velho amigo Alfredo (Philipe Noiret). Salvatore – ou Totó – é invadido por recordações, revisitando a sua infância, na sua Sicília natal, quando vivia fascinado pela cabina mágica de Alfredo, o mal-humorado projecionista do cinema da vila: o Cinema Paraíso. Grande sucesso da época, o Cinema Paraíso reconcilia-se com uma tradição do cinema popular transbordante de generosidade e de referências cinematográficas, entre risos e lágrimas.

24 Maio
NA SÍRIA, de Philippe Van Leeuw (Drama, Bélgica/ França. 2017, 85 min)
Guerra em Damasco, Síria. Deve uma família sacrificar um dos seus membros para proteger os outros? Encurralada em casa, numa cidade sitiada, Oum Yazan, mãe de três, transformou o apartamento num porto seguro para a família e os vizinhos, tentando protegê-los da guerra no exterior. Corajosamente, organizam-se no dia-a-dia, de modo a continuarem a viver, apesar das carências e do perigo Quando bombas ameaçam destruir o edifício, quando franco-atiradores transformam pátios em zonas mortíferas e ladrões arrombam a casa para reclamar as suas pavorosas recompensas, manter o ténue equilíbrio da rotina dentro de portas torna-se uma questão de vida e de morte.


 

 

 

 

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